Estou com medo dos meus planos de ano novo. Não dos planos, mas deles não darem certo. Todos os meus planos do ano passado deram, e comparando o final do ano com o início, parece que sou outra pessoa.
Tudo que eu quis fazer esse ano, eu fui e fiz. Para tudo que exigia paciência, eu tive e esperei. Eu fui fazendo tudo certo, direitinho. Mesmo o meu surto foi consciente, eu sabia que precisava dele antes de seguir em frente. Eu sabia que precisava algum dia pirar e fazer tudo o que desse na telha, pra quando entrasse num próximo relacionamento não ter na cabeça que gostaria de estar em nenhum outro lugar além dali mesmo.
Então agora o ano acaba. O ano acaba e eu tenho tudo que eu quis pra ele. É bem verdade que olhando de fora, parece que quis muito pouco. Mas eu nunca fui de desejar mais do que poderia alcançar (e isso não é pensar pequeno, é pensar em dar um passo de cada vez. Eu nunca quis atropelar a vida). Na verdade eu ganhei até mais do ano do que esperava, e acho sinceramente que a vida está me recompensando. No final, as mudanças foram enormes apenas pra mim, e refletem um pouco nas pessoas próximas. Mas eu sei que mudei e sei o que mudou, e pra mim já é suficiente.
E lá vem o novo ano. E eu tenho planos um pouco maiores, e estou pensando um pouco mais alto. E estou com medo de falhar e me decepcionar comigo. Eu tenho uma dívida a pagar e esse é o primeiro passo. Eu tenho um negócio pra fazer dar certo, e uma "nova profissão" na qual quero me destacar. Eu tenho a faculdade pra terminar, eu tenho que me tornar uma pessoa mais responsável e organizada. Eu quero ter renda fixa e pagar um consórcio, num dia não muito distante comprar um imóvel. Será que estou entrando na onda do cidadão mediano? Com aqueles sonhos que todo mundo tem, de casa própria e estabilidade na vida? Eu tenho só 21 anos, será que deveria estar ainda pirando e caindo na balada, pensando em festas e mais banalidades? Eu não fico mais confusa sobre o que querer, eu ando com bastante certeza. Eu não quero correr, e talvez o medo não seja de que tudo dê errado. Talvez seja de que tudo dê certo. Parece que vai ser cedo demais pra conseguir, sei lá.
No mais, eu quero sim coisas bastante idiotas. Quero uma cozinha grande e um cachorro chamado Spock. Eu quero uma cama enorme e uma porção de enfeites bregas. Eu quero ligar o som no último volume sem ninguém reclamar, mas também poder ficar horas em silêncio, sem falar nenhuma palavra. Eu quero poder ficar sozinha as vezes, sem ter que sair de casa. Eu quero em algum lugar me sentir em casa novamente.
Eu quero, e se eu consegui as mudanças que quis até agora, eu consigo isso tudo também. Nem que o ano que vem seja apenas o começo, começarei.
É tão boa a sensação de ano novo. Parece fácil começar qualquer coisa. E eu começo sem medo.
=)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Acho que as vezes gosto de ver coisas que me doem, mas não sei explicar porque.
Tem tanta coisa na minha vida que só de olhar dá aquela dorzinha no coração, sabe como é? Aquela sensação de que alguém apertou meu peito pra trás e isso me deu uma leve falta de ar. Eu não sei porque acontece, só sei que acontece.
Talvez eu me ache muito diferente de todas as meninas, mas no fim seja igual. Talvez goste das mesmas músicas, dos mesmos lugares, talvez tenha os mesmos gestos, goste dos mesmos personagens e a única diferença sejam milhares de quilos a mais. E só. Eu não sou de maneira nenhuma especial.
Voltando ao velho assunto, não sei o que me motiva a olhar o que machuca, o que incomoda por dentro. Mas parece que o acaso vem sempre me fazer voltar a olhar. E dói sem motivos, é uma dor que vem da minha insegurança e não diz respeito a nada concreto, nada externo.
Talvez seja só uma cópia feita pelo tempo, mimeografada e ainda cheirando a álcool. Foi o que me falaram. Mas e se não for? E se for mesmo esse poço de compatibilidade tão desconcertante? Pensar nisso dá mesmo falta de ar.
Estou escrevendo agora sobre um dos meus maiores incômodos. Eu não estou sendo explícita, mas acho que dá pra entender. E agora o que sobra por dentro? Eu estou mostrando o quão paranóica e boba eu sou. Porque parece que eu nunca vou ser tão compatível, eu nunca nem vou chegar perto. O meu excesso de opinião me impede de atingir o nível xerox na vida, em qualquer aspecto.
Enfim, eu sou uma completa idiota por pensar nessas coisas. E o PIOR é que eu sei que sou.
Tem tanta coisa na minha vida que só de olhar dá aquela dorzinha no coração, sabe como é? Aquela sensação de que alguém apertou meu peito pra trás e isso me deu uma leve falta de ar. Eu não sei porque acontece, só sei que acontece.
Talvez eu me ache muito diferente de todas as meninas, mas no fim seja igual. Talvez goste das mesmas músicas, dos mesmos lugares, talvez tenha os mesmos gestos, goste dos mesmos personagens e a única diferença sejam milhares de quilos a mais. E só. Eu não sou de maneira nenhuma especial.
Voltando ao velho assunto, não sei o que me motiva a olhar o que machuca, o que incomoda por dentro. Mas parece que o acaso vem sempre me fazer voltar a olhar. E dói sem motivos, é uma dor que vem da minha insegurança e não diz respeito a nada concreto, nada externo.
Talvez seja só uma cópia feita pelo tempo, mimeografada e ainda cheirando a álcool. Foi o que me falaram. Mas e se não for? E se for mesmo esse poço de compatibilidade tão desconcertante? Pensar nisso dá mesmo falta de ar.
Estou escrevendo agora sobre um dos meus maiores incômodos. Eu não estou sendo explícita, mas acho que dá pra entender. E agora o que sobra por dentro? Eu estou mostrando o quão paranóica e boba eu sou. Porque parece que eu nunca vou ser tão compatível, eu nunca nem vou chegar perto. O meu excesso de opinião me impede de atingir o nível xerox na vida, em qualquer aspecto.
Enfim, eu sou uma completa idiota por pensar nessas coisas. E o PIOR é que eu sei que sou.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Ontem chegou o presente de aniversário que minha mãe me deu, o livro "Dona Benta - Comer bem". Fiquei muito feliz de ganhá-lo. As vezes me parece estranho, em pleno ano de 2009, alguém de 21 anos ficar feliz em ganhar de aniversário a "Bíblia da dona de casa".
Em outros tempos (a primeira edição é de 1940), as mulheres eram extremamente diferentes do que são hoje em dia. Ao invés de comida congelada e jantares preparados por buffets pagos, a felicidade pra elas era agradar os convidados com uma refeição feita por elas mesmas. A glória era saber servir, saber "conquistar pelo estômago". O maior desejo era ser uma dona de casa excepcional, surpreender o marido e a família. Mulher boa era aquela que cuidava da casa, cozinhava, costurava, criava bem os filhos e ainda estava bonita e cheirosa a noite, esperando o marido chegar. Hoje em dia as pessoas encaram isso como fácil, e as mulheres que desempenham essas funções como menos do que as que trabalham fora e sustentam a casa.
As pesquisas mostram que tal pensamento levou as mulheres a uma tristeza sem precedentes. Elas andam cada vez mais tristes. Tentam exercer inúmeras funções ao mesmo tempo, e acabam não sendo realmente boas em nenhuma, ou sendo muito boas em uma e falhas nas outras. E isso frustra, e entristece (acho que consigo até imaginar o quanto). A maioria das mulheres ainda não percebeu que pular de um lado ao seu extremo oposto não representa felicidade nenhuma, a partir do momento em que não existe direito de escolha. E se eu quiser ser dona de casa por opção, não por obrigação? As trabalhadoras vão me olhar torto, com certeza, como se fosse muito fácil manter uma casa. Como se fosse fácil transformar uma simples moradia num lar. E elas vão dar risadinhas por trás, enquanto seus maridos tem amantes, seus filhos não tem educação e chamam a babá de mãe. A felicidade não reside em conseguir sustentar uma casa. Ela reside em fazer o que se gosta e o que se quer, seja qual for a opção. Assim como uma mulher pode não querer ter filhos, mas o que a sociedade diz de uma mulher que não quer? A encaram como fria e egoísta.
Talvez o problema todo sejam mesmo os rótulos. Essa eterna mania que as pessoas tem de julgar os outros, e de julgarem certos os seus julgamentos. Em 1950 as donas de casa também olhavam torto praquelas que trabalhavam fora e sustentavam a casa. O que mudou de lá pra cá? Mudou o lado mais forte, só isso. Se cada mulher pudesse escolher fazer o que a deixa mais feliz, sem pesar a opinião do todo, seríamos todos com certeza mais felizes.
Eu só sei que sinceramente não ligo pra nada que o todo diz. Eu não quero um emprego que me pague mais do que eu preciso, não quero ser uma pessoa frustrada apenas pra responder as expectativas de todo mundo. Eu não quero fazer o que não gosto. Eu sou feliz sabendo costurar, bordar, tricotar, cozinhar, gostando de crianças e me enchendo de alegria por ganhar um livro de receitas de presente. Eu não nasci pra toda essa suposta modernidade e não tenho problema nenhum com isso. Eu vou ganhar dinheiro deixando as pessoas felizes, com doces, biscoitos, coisinhas com cara e gosto de quitute de avó. E daqui a um tempão quando eu olhar pra trás, eu vou sorrir e dizer com gosto "eu voltaria atrás e faria tudo de novo".
Em outros tempos (a primeira edição é de 1940), as mulheres eram extremamente diferentes do que são hoje em dia. Ao invés de comida congelada e jantares preparados por buffets pagos, a felicidade pra elas era agradar os convidados com uma refeição feita por elas mesmas. A glória era saber servir, saber "conquistar pelo estômago". O maior desejo era ser uma dona de casa excepcional, surpreender o marido e a família. Mulher boa era aquela que cuidava da casa, cozinhava, costurava, criava bem os filhos e ainda estava bonita e cheirosa a noite, esperando o marido chegar. Hoje em dia as pessoas encaram isso como fácil, e as mulheres que desempenham essas funções como menos do que as que trabalham fora e sustentam a casa.
As pesquisas mostram que tal pensamento levou as mulheres a uma tristeza sem precedentes. Elas andam cada vez mais tristes. Tentam exercer inúmeras funções ao mesmo tempo, e acabam não sendo realmente boas em nenhuma, ou sendo muito boas em uma e falhas nas outras. E isso frustra, e entristece (acho que consigo até imaginar o quanto). A maioria das mulheres ainda não percebeu que pular de um lado ao seu extremo oposto não representa felicidade nenhuma, a partir do momento em que não existe direito de escolha. E se eu quiser ser dona de casa por opção, não por obrigação? As trabalhadoras vão me olhar torto, com certeza, como se fosse muito fácil manter uma casa. Como se fosse fácil transformar uma simples moradia num lar. E elas vão dar risadinhas por trás, enquanto seus maridos tem amantes, seus filhos não tem educação e chamam a babá de mãe. A felicidade não reside em conseguir sustentar uma casa. Ela reside em fazer o que se gosta e o que se quer, seja qual for a opção. Assim como uma mulher pode não querer ter filhos, mas o que a sociedade diz de uma mulher que não quer? A encaram como fria e egoísta.
Talvez o problema todo sejam mesmo os rótulos. Essa eterna mania que as pessoas tem de julgar os outros, e de julgarem certos os seus julgamentos. Em 1950 as donas de casa também olhavam torto praquelas que trabalhavam fora e sustentavam a casa. O que mudou de lá pra cá? Mudou o lado mais forte, só isso. Se cada mulher pudesse escolher fazer o que a deixa mais feliz, sem pesar a opinião do todo, seríamos todos com certeza mais felizes.
Eu só sei que sinceramente não ligo pra nada que o todo diz. Eu não quero um emprego que me pague mais do que eu preciso, não quero ser uma pessoa frustrada apenas pra responder as expectativas de todo mundo. Eu não quero fazer o que não gosto. Eu sou feliz sabendo costurar, bordar, tricotar, cozinhar, gostando de crianças e me enchendo de alegria por ganhar um livro de receitas de presente. Eu não nasci pra toda essa suposta modernidade e não tenho problema nenhum com isso. Eu vou ganhar dinheiro deixando as pessoas felizes, com doces, biscoitos, coisinhas com cara e gosto de quitute de avó. E daqui a um tempão quando eu olhar pra trás, eu vou sorrir e dizer com gosto "eu voltaria atrás e faria tudo de novo".
domingo, 6 de dezembro de 2009
Certeza
Não me pergunte se eu quero continuar, porque a resposta vai ser sempre "sim". Não me pergunte se eu sinto falta de qualquer ex namorado, porque a resposta vai ser sempre "não". Mesmo que eu pare e diga um monte de besteiras, pode sempre ter certeza que a imensa maioria (senão tudo) é só besteira mesmo, e não deve ser levada em consideração. Se eu pirar na balada e sumir, pode ter certeza de que NUNCA, nem que eu esteja MUITO PUTA com alguma coisa, será pra ir atrás de alguém. É infinitamente mais provável me encontrar chorando no cantinho do que jogando charme pra um desconhecido (coisa que eu não fazia nem quando era solteira).
Sei que as vezes as minhas palavras são pesadas e magoam, e que ontem eu falei um monte enorme de merda. Mas saiba que eu me arrependo de ter agido daquela maneira. Eu me arrependo mesmo. Porque de tudo o que me deixou pior foi dormir sem você do lado. O que me deixou mais triste foi a possibilidade de ter estragado tudo por falar um monte de besteira. Eu não quero voltar atrás, e o nosso namoro de maneira nenhuma me deixa triste. Sei que vai soar clichê e bem bocó, mas você é na verdade a minha razão pra querer estar feliz. Você me faz e me deixa feliz demais, mesmo quando o resto todo parece querer que eu afunde. E se em alguns momentos eu pareci triste, acredite que mesmo nessa tristeza ter você do lado me fazia sentir melhor.
Quando você chega, eu simplesmente não sei como demonstrar o quanto eu te quero por perto, o quanto eu amo você. Sei que hesitei e duvidei do seu amor por mim, mas eu acredito nele, porque é como você disse hoje de manhã: Se você não gostasse, teria ido embora, porque sem gostar seria fácil.
Embora as vezes pareça (ou tenha parecido ultimamente), que o meu último namoro terminou bem e ficamos amigos numa boa, a realidade é que acabou com a minha capacidade de expressar o que sinto. Eu me tornei distante e fechada, e as vezes foge ao meu controle. Eu no final sou um poço de medo e insegurança, cheia de paranóias infundadas, que eu guardo por dentro e me consomem sem que ninguém fique sabendo. Parece ser muito mais fácil guardar tudo, mas no final só me afasta do resto do mundo.
Enfim, no final o meu mundo todo se resume no seguinte: Quanto mais eu acho que você me conhece, quanto mais eu te conto as coisas e te coloco na minha vida, mais medo eu tenho de você ir embora de repente e eu ficar sem chão. Isso não tem fundamento em nada que você diga ou faça, esses pensamentos simplesmente vem. A minha insegurança não se baseia em nada concreto, ela nasce por dentro e por lá fica. É muito fácil ser segura quando não se sente nada demais, quando tudo é festa, e segurança significa simplesmente erguer a cabeça e "ligar o foda-se" pro mundo. Essa segurança eu tenho de sobra. Mas quando se trata de nós dois parece que os medos vão tomando conta, comofas// Você entende que não é você, nem nada que você faça?
Blah, escrevi demais...rs...Espero que você tenha entendido tudo que eu quis dizer. =)
hey, gato *piscadela fenfual*
Te amo (L)
p.s.: Bibliografia de apoio (hauahauah)
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/07/chegue.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/07/hoje-queria-falar-sobre-voce.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/07/e-voce-faz-de-mim-uma-pessoa-cheia-de.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/09/eu-so-sei-que-eu-quero-voce-pertinho-de.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/10/e-ficaria-ouvindo-o-dia-inteiro.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/10/amo-mais-muito-mais.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/11/ce-gente-che-ama-mille-cose-e-si-perde.html
Sei que as vezes as minhas palavras são pesadas e magoam, e que ontem eu falei um monte enorme de merda. Mas saiba que eu me arrependo de ter agido daquela maneira. Eu me arrependo mesmo. Porque de tudo o que me deixou pior foi dormir sem você do lado. O que me deixou mais triste foi a possibilidade de ter estragado tudo por falar um monte de besteira. Eu não quero voltar atrás, e o nosso namoro de maneira nenhuma me deixa triste. Sei que vai soar clichê e bem bocó, mas você é na verdade a minha razão pra querer estar feliz. Você me faz e me deixa feliz demais, mesmo quando o resto todo parece querer que eu afunde. E se em alguns momentos eu pareci triste, acredite que mesmo nessa tristeza ter você do lado me fazia sentir melhor.
Quando você chega, eu simplesmente não sei como demonstrar o quanto eu te quero por perto, o quanto eu amo você. Sei que hesitei e duvidei do seu amor por mim, mas eu acredito nele, porque é como você disse hoje de manhã: Se você não gostasse, teria ido embora, porque sem gostar seria fácil.
Embora as vezes pareça (ou tenha parecido ultimamente), que o meu último namoro terminou bem e ficamos amigos numa boa, a realidade é que acabou com a minha capacidade de expressar o que sinto. Eu me tornei distante e fechada, e as vezes foge ao meu controle. Eu no final sou um poço de medo e insegurança, cheia de paranóias infundadas, que eu guardo por dentro e me consomem sem que ninguém fique sabendo. Parece ser muito mais fácil guardar tudo, mas no final só me afasta do resto do mundo.
Enfim, no final o meu mundo todo se resume no seguinte: Quanto mais eu acho que você me conhece, quanto mais eu te conto as coisas e te coloco na minha vida, mais medo eu tenho de você ir embora de repente e eu ficar sem chão. Isso não tem fundamento em nada que você diga ou faça, esses pensamentos simplesmente vem. A minha insegurança não se baseia em nada concreto, ela nasce por dentro e por lá fica. É muito fácil ser segura quando não se sente nada demais, quando tudo é festa, e segurança significa simplesmente erguer a cabeça e "ligar o foda-se" pro mundo. Essa segurança eu tenho de sobra. Mas quando se trata de nós dois parece que os medos vão tomando conta, comofas// Você entende que não é você, nem nada que você faça?
Blah, escrevi demais...rs...Espero que você tenha entendido tudo que eu quis dizer. =)
hey, gato *piscadela fenfual*
Te amo (L)
p.s.: Bibliografia de apoio (hauahauah)
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/07/chegue.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/07/hoje-queria-falar-sobre-voce.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/07/e-voce-faz-de-mim-uma-pessoa-cheia-de.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/09/eu-so-sei-que-eu-quero-voce-pertinho-de.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/10/e-ficaria-ouvindo-o-dia-inteiro.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/10/amo-mais-muito-mais.html
- http://nacasadomeupensamento.blogspot.com/2009/11/ce-gente-che-ama-mille-cose-e-si-perde.html
sábado, 5 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Confeitaria
Comecei essa semana meu curso de confeitaria básica. É uma correria, as 4 horas da aula passam voando, as pessoas falam alto e correm de um lado pro outro. Hoje virei um rocambole no pano pra enrolar, depois de uma tentativa frustrada que grudou na forma. Quando consegui, o que aconteceu? Todo mundo gritou "aêêê" e aplaudiu. E todo mundo fez isso com as tarefas de todos os grupos, quando algo dava finalmente certo.
Vira e mexe alguém escorrega e quase cai, porque o chão fica meio engordurado. As bancadas ficam imundas, e todo mundo tem que lavar louça em algum momento. As unhas terminam cheias de massa, os aventais cheios de farinha, o cabelo achatado pela touca e os sapatos tão engordurados quanto o chão. A certa altura o calor vai ficando insuportável, e temos que abrir um pouco as janelas pra respirar. Mas quer saber? Eu poderia passar a vida naquela cozinha aprendendo, cozinhando, convivendo. É uma sensação muito boa quando chegamos no final da aula e colocamos os doces prontos na mesa. Todo mundo capricha na decoração, então fica tudo muito bonito e caprichado. E então nós finalmente provamos o que passamos a manhã inteira fazendo, é bom demais.
Aiai, já estou com medinho do fim. Quero emendar esse com outro e com quantos eu puder fazer. Quero ir cada vez mais longe e me especializar mais e mais. Eu demorei muito pra ter a oportunidade de mexer com as coisas que eu realmente gosto de fazer, e agora não vou deixar isso pra trás por nada nesse mundo.
Em 2010 ninguém me segura, prontofalei.
Vira e mexe alguém escorrega e quase cai, porque o chão fica meio engordurado. As bancadas ficam imundas, e todo mundo tem que lavar louça em algum momento. As unhas terminam cheias de massa, os aventais cheios de farinha, o cabelo achatado pela touca e os sapatos tão engordurados quanto o chão. A certa altura o calor vai ficando insuportável, e temos que abrir um pouco as janelas pra respirar. Mas quer saber? Eu poderia passar a vida naquela cozinha aprendendo, cozinhando, convivendo. É uma sensação muito boa quando chegamos no final da aula e colocamos os doces prontos na mesa. Todo mundo capricha na decoração, então fica tudo muito bonito e caprichado. E então nós finalmente provamos o que passamos a manhã inteira fazendo, é bom demais.
Aiai, já estou com medinho do fim. Quero emendar esse com outro e com quantos eu puder fazer. Quero ir cada vez mais longe e me especializar mais e mais. Eu demorei muito pra ter a oportunidade de mexer com as coisas que eu realmente gosto de fazer, e agora não vou deixar isso pra trás por nada nesse mundo.
Em 2010 ninguém me segura, prontofalei.
Assinar:
Postagens (Atom)