Rê em D'ni diz:
Vc é neurotica
Danda. diz:
eu sei =)
Eu sou neurótica. E sei disso. Eu sempre fico pensando que estou sendo excluída, deixada de lado, que ninguém gosta de mim, que existe uma conspiração contra mim. Que tem algo errado com o meu orkut, que eu sou feia, gorda, chata, persistente demais, insistente demais. Eu sou paranóica também, além de ter uma leve mania de perseguição. Eu sempre acho que todo mundo é legal e que nunca estão me dando mole. Eu nunca acho que alguém está me dando mole, que alguém está interessado realmente. Sempre acho que meus assuntos são massantes e que estou sendo ignorada. O PEOR é que normalmente isso é tudo coisa da minha cabeça.
Normalmente meus amigos me amam tanto quanto os amo e me dão atenção, minha família me ama, meus namorados me amam, alguém está interessado em mim, conheço pessoas com facilidade e elas parecem se interessar pelo que eu falo. Mas a minha neurose desmedida faz com que eu sempre, SEMPRE pense o contrário.
Acho que sou maluca. Eu sou neurótica, e eu sei. =)
sexta-feira, 17 de abril de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Inútil.
Me sinto mergulhada num mar de inutilidade. Mar. Eu sempre me sinto em um mar de alguma coisa. Como se uma onda gigante estivesse prestes a me engolir. Essa angústia vai me matando, cada dia mais. Me sinto como se a cada dia eu acordasse um pouco mais longe de mim mesma. Como se estivesse me desconectando de quem eu sou, e virando uma pessoa que não conheço.
Lá no fundo ainda sou a mesma menina, com sonhos, planos, metas. Mas por fora me deixo abater por toda a falta de sensibilidade do mundo atual. Eu não tolero mais a maldade presente nas pessoas, e a falta de sensibilidade dos seres humanos. O mundo vai me tornando hostil, me tornando apenas mais uma pessoa sem paciência na multidão.
Eu não sei o que fazer no momento, e isso me assusta. É como se eu estivesse esperando a vida acontecer, mas o medo não me permite seguir em frente. Eu sei que tenho que fazer por onde, mas eu simplesmente não consigo.
Com isso, as críticas, mesmo pequenas, vão me abatendo, me deixando pra baixo, me destruindo. Eu me deixo destruir por elas, porque não sou forte o suficiente pra seguir em frente. É chato, é duro, é desgastante. Viver mal e não fazer nada pra mudar se torna uma bola de neve, cada vez maior, cada vez mais densa, da qual eu não consigo sair.
Me sinto sufocando, afundando.
Lá no fundo ainda sou a mesma menina, com sonhos, planos, metas. Mas por fora me deixo abater por toda a falta de sensibilidade do mundo atual. Eu não tolero mais a maldade presente nas pessoas, e a falta de sensibilidade dos seres humanos. O mundo vai me tornando hostil, me tornando apenas mais uma pessoa sem paciência na multidão.
Eu não sei o que fazer no momento, e isso me assusta. É como se eu estivesse esperando a vida acontecer, mas o medo não me permite seguir em frente. Eu sei que tenho que fazer por onde, mas eu simplesmente não consigo.
Com isso, as críticas, mesmo pequenas, vão me abatendo, me deixando pra baixo, me destruindo. Eu me deixo destruir por elas, porque não sou forte o suficiente pra seguir em frente. É chato, é duro, é desgastante. Viver mal e não fazer nada pra mudar se torna uma bola de neve, cada vez maior, cada vez mais densa, da qual eu não consigo sair.
Me sinto sufocando, afundando.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Nostalgia.
Tenho me sentido meio nostálgica. Aquele sentimento de tristeza infundada pelo que nem vivi. Hoje estava assistindo um programa sobre a vida da Carmem Miranda, e chorei em diversas partes. Eu não conseguia conter as lágrimas rolando do meu rosto. Mesmo quando estava passando Maysa, que era uma história que eu parcialmente conhecia, eu chorava rios assistindo, não conseguia controlar a onda enorme de tristeza que me dava.
Penso muito nos tempos de escola, nos anos passados, e na falta que certas coisas fazem. Sinto falta da minha vó. Não pensei que sentiria assim. Sinto falta de virar e perguntar alguma coisa banal, como querer saber se ela usava Laquê, ou se era fã de algum artista que eu esteja gostando. Sinto falta das músicas que ela cantava, e até dela falando sozinha. Sinto falta de pedir ajuda pra costurar, e depois me estressar, porque não tenho a paciência necessária.
Sinto falta das festas na minha casa, dos amigos juntos, de todo mundo tentando ficar acordado até amanhecer, coisa que hoje é totalmente banal pra mim. Sinto falta de ir pro Center ficar sem fazer nada, dos shows na ELAM, das bebidas baratas. Das merdas que não fiz, por medo de dar errado (mas essas até agradeço por não ter feito, apesar de bobas! hahahah).
Sinto falta de uma porção de coisas. Sei lá, sensação de fossa. Eu sinto falta até do futuro nesse momento.
Penso muito nos tempos de escola, nos anos passados, e na falta que certas coisas fazem. Sinto falta da minha vó. Não pensei que sentiria assim. Sinto falta de virar e perguntar alguma coisa banal, como querer saber se ela usava Laquê, ou se era fã de algum artista que eu esteja gostando. Sinto falta das músicas que ela cantava, e até dela falando sozinha. Sinto falta de pedir ajuda pra costurar, e depois me estressar, porque não tenho a paciência necessária.
Sinto falta das festas na minha casa, dos amigos juntos, de todo mundo tentando ficar acordado até amanhecer, coisa que hoje é totalmente banal pra mim. Sinto falta de ir pro Center ficar sem fazer nada, dos shows na ELAM, das bebidas baratas. Das merdas que não fiz, por medo de dar errado (mas essas até agradeço por não ter feito, apesar de bobas! hahahah).
Sinto falta de uma porção de coisas. Sei lá, sensação de fossa. Eu sinto falta até do futuro nesse momento.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
ooh happy day =)
Hoje foi um dia feliz. Feliz e divertido. Andei pra caramba, num calor infernaaal, comi poeira, entrou poeira no meu olho. Até meu cabelo se encheu de poeira com o vento. Coisas que normalmente me estressariam, mas hoje não, porque hoje foi um bom dia.
Fui ao Centro da cidade. Meus bons dias sempre se passam por lá, e hoje não poderia ser diferente. Fui ao CCBB, a Caixa Cultural, ao Museu de belas artes e ao Mosteiro de São Bento. Tudo muito bonito e interessante, e com boa companhia todo passeio vale a pena.
Esse ano começou bem, e eu espero que vá assim até o final. Meu ano passado começou mal e foi mal até o fim. Lógico que houveram momentos bons, mas no geral foi um péssimo ano. Só a sensação de mudar de ano já me tirou um peso enorme das costas. Me senti mais leve quando pude dizer "estou em 2009". Doismileoito agora é passado, parece que fazem décadas que esse ano passou.
E aqui se encerra a primeira quinzena de 2009. Quinze dias em que mudei uma porção de coisas na vida, mesmo que pequenas e vagarosas, as mudanças vem vindo.
Agora só falta arrumar um emprego! hahaha
----------
P.S.: Não sei porque, mas mesmo sem ninguém saber do blog hoje em dia, me sinto melhor escrevendo aqui do que no fotolog. Fotolog é um saco, uma grande e besta egotrip. Aqui é mais meu canto, é como sentar na frente do espelho e falar, falar, falar.
Enfim. Falei.
Fui ao Centro da cidade. Meus bons dias sempre se passam por lá, e hoje não poderia ser diferente. Fui ao CCBB, a Caixa Cultural, ao Museu de belas artes e ao Mosteiro de São Bento. Tudo muito bonito e interessante, e com boa companhia todo passeio vale a pena.
Esse ano começou bem, e eu espero que vá assim até o final. Meu ano passado começou mal e foi mal até o fim. Lógico que houveram momentos bons, mas no geral foi um péssimo ano. Só a sensação de mudar de ano já me tirou um peso enorme das costas. Me senti mais leve quando pude dizer "estou em 2009". Doismileoito agora é passado, parece que fazem décadas que esse ano passou.
E aqui se encerra a primeira quinzena de 2009. Quinze dias em que mudei uma porção de coisas na vida, mesmo que pequenas e vagarosas, as mudanças vem vindo.
Agora só falta arrumar um emprego! hahaha
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P.S.: Não sei porque, mas mesmo sem ninguém saber do blog hoje em dia, me sinto melhor escrevendo aqui do que no fotolog. Fotolog é um saco, uma grande e besta egotrip. Aqui é mais meu canto, é como sentar na frente do espelho e falar, falar, falar.
Enfim. Falei.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Ontem.
Foi supimpa. Muito bom mesmo. Eu conheci pessoas, coisa que eu nunca faria. E não faria ontem também, se não fosse a minha mãe dizer "você vai", quando eu quis amarelar e ficar em casa.
Essa coisa chata em mim me irrita. Essa desistência das pessoas, mesmo as que não conheço. Quero ter tesão pela vida de novo. Eu tenho, mas guardo a 7 chaves, num canto obscuro do coração e da mente. Eu quero me sentir mais viva, mais eu, como costumava ser. Eu não sei como tudo deixou de ser daquele jeito, porque eu era feliz sendo expansiva e impulsiva. Como passei disso a retraída?
No mais, hoje estou bem, e como disse a tia suicida "posso nunca ser feliz, mas esta noite estou contente"
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Meu quarto se bagunça sozinho. Completamente sozinho. Eu saio com tudo arrumado, e volto com tudo de cabeça pra baixo. Talvez ele siga a minha cabeça, não sei, mas é bem verdade que cada vez que me complico, o quarto se bagunça. Ai eu arrumo, dobro tudo, ponho tudo no lugar, mas basta um sopro de confusão pra que tudo se desarrume de novo.
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"O teu olhar sempre distante, sempre me engana..."
Essa coisa chata em mim me irrita. Essa desistência das pessoas, mesmo as que não conheço. Quero ter tesão pela vida de novo. Eu tenho, mas guardo a 7 chaves, num canto obscuro do coração e da mente. Eu quero me sentir mais viva, mais eu, como costumava ser. Eu não sei como tudo deixou de ser daquele jeito, porque eu era feliz sendo expansiva e impulsiva. Como passei disso a retraída?
No mais, hoje estou bem, e como disse a tia suicida "posso nunca ser feliz, mas esta noite estou contente"
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Meu quarto se bagunça sozinho. Completamente sozinho. Eu saio com tudo arrumado, e volto com tudo de cabeça pra baixo. Talvez ele siga a minha cabeça, não sei, mas é bem verdade que cada vez que me complico, o quarto se bagunça. Ai eu arrumo, dobro tudo, ponho tudo no lugar, mas basta um sopro de confusão pra que tudo se desarrume de novo.
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"O teu olhar sempre distante, sempre me engana..."
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Eu não sei o que fazer da vida. Não sei. As vezes me sinto desperdiçando potencial. As vezes não, a verdade é que me sinto assim todo dia. Talvez eu seja uma eterna insatisfeita, mas sinto que essa insatisfação poderia ser canalizada pra coisas melhores. Não estou me lamentando, eu tenho 20 anos e o mundo todo pela frente. Mas é que as vezes parece que eu não vou fazer nada de bom, que de repente vou ter 60 anos, olhar pra trás e ver uma vida cheia de vazio.
Sinto essa coisa borbulhando dentro de mim, pronta pra explodir. Como quando se está entrando na água e vem uma onda, e vc escolhe tomar um caixote ou mergulhar. Eu sinto essa sensação de algo vindo, mas eu nunca sei de onde vem ou o que fazer. A faculdade não é ruim, eu até tenho lido, estudado pras provas, mas eu sei que não é o que eu quero pra mim, assim como moda não era e jornalismo também não. Jornalismo foi a que chegou mais próxima, e hoje em dia eu me arrependo sinceramente de ter saído. Ao menos estaria me formamdo agora e poderia partir pra algo novo.
Não vou dizer que sei exatamente o que quero. Eu quero desenhar, quero interpretar, quero ser uma pessoa a cada dia. Eu quero fazer doces espetaculares, maquiagens espetaculares, figurinos espetaculares. Eu quero explodir isso tudo que fica girando dentro de mim, me consumindo. Eu quero ser eufórica de novo, quero ser explosiva, impulsiva. Eu virei uma pessoa contida, e isso me irrita.
Eu quero dinheiro e tempo, pra estudar uma porção de coisas diferentes.
Eu quero acordar e me achar, me achar e ter coragem de ser. Não por medo dos outros, mas por medo de mim.
Sinto essa coisa borbulhando dentro de mim, pronta pra explodir. Como quando se está entrando na água e vem uma onda, e vc escolhe tomar um caixote ou mergulhar. Eu sinto essa sensação de algo vindo, mas eu nunca sei de onde vem ou o que fazer. A faculdade não é ruim, eu até tenho lido, estudado pras provas, mas eu sei que não é o que eu quero pra mim, assim como moda não era e jornalismo também não. Jornalismo foi a que chegou mais próxima, e hoje em dia eu me arrependo sinceramente de ter saído. Ao menos estaria me formamdo agora e poderia partir pra algo novo.
Não vou dizer que sei exatamente o que quero. Eu quero desenhar, quero interpretar, quero ser uma pessoa a cada dia. Eu quero fazer doces espetaculares, maquiagens espetaculares, figurinos espetaculares. Eu quero explodir isso tudo que fica girando dentro de mim, me consumindo. Eu quero ser eufórica de novo, quero ser explosiva, impulsiva. Eu virei uma pessoa contida, e isso me irrita.
Eu quero dinheiro e tempo, pra estudar uma porção de coisas diferentes.
Eu quero acordar e me achar, me achar e ter coragem de ser. Não por medo dos outros, mas por medo de mim.
sábado, 1 de novembro de 2008
Minha criatividade para escrever ruiu. Sumiu com o tempo, e hoje é como se ela nunca tivesse existido. Eu não consigo escrever uma linha que faça sentido, um texto que diga alguma coisa.
É difícil ser significativa, quando nada parece ter significado. Daí pra escrever coisas que não dizem porra nenhuma, melhor ficar calada.
As vezes tudo que eu queria era sumir, por uma semana que fosse. Sumir, passar a semana sozinha, calada. Pra ver se assim alguma coisa fazia um pouco mais de sentido.
Parece as vezes que o meu sonho tem sido esse: um tempo sozinha. Talvez eu tenha nascido pra solidão. Talvez isso seja um pensamento idiota.
A verdade, lá no fundo, é que eu não suporto mais o rumo que eu deixo a vida tomar. Eu tento e tento, mas eu não acredito em mim mesma, nunca, em nada. Eu sempre acho que todo mundo é melhor, mais legal, mais bonito. Que todo mundo vai se dar melhor. Que tudo que todo mundo faz e pensa e diz é melhor do que o que eu faço.
Eu sempre penso que não presto pra merda nenhuma. E com esse pensamento eu tento ficar pensando no quanto as pessoas são patéticas, pra ver se assim me sinto um pouco melhor, mas a verdade é que, além de não resolver, depois me sinto péssima por julgar as pessoas (mesmo que só as julgue dentro da minha cabeça. A pior das piores coisas é que, mesmo sabendo que isso é ridículo e ME torna patética, eu não consigo parar.
Acho que nasci pra uma vida de auto-exílio social. Eu nasci pra ficar sozinha. Eu me sinto bem sem ninguém me enchendo a porra do saco. Me sinto livre quando passo um dia calada, sem precisar me explicar, sem precisar dizer nada. Eu queria muito não ser assim, mas talvez essa seja eu. Talvez eu lute muito pra ser de outro jeito porque me fizeram acreditar que eu não era assim. Daí um dia eu vou acordar e perceber que passei a vida inteira tentando ser algo que me convenceram que eu era. E a pessoa verdadeira era calada, quieta e sozinha. E feliz, muito feliz assim. Feliz antes que decidissem que isso não era uma vida pra se levar.
É confuso. E eu odeio pensar nessas coisas.
É difícil ser significativa, quando nada parece ter significado. Daí pra escrever coisas que não dizem porra nenhuma, melhor ficar calada.
As vezes tudo que eu queria era sumir, por uma semana que fosse. Sumir, passar a semana sozinha, calada. Pra ver se assim alguma coisa fazia um pouco mais de sentido.
Parece as vezes que o meu sonho tem sido esse: um tempo sozinha. Talvez eu tenha nascido pra solidão. Talvez isso seja um pensamento idiota.
A verdade, lá no fundo, é que eu não suporto mais o rumo que eu deixo a vida tomar. Eu tento e tento, mas eu não acredito em mim mesma, nunca, em nada. Eu sempre acho que todo mundo é melhor, mais legal, mais bonito. Que todo mundo vai se dar melhor. Que tudo que todo mundo faz e pensa e diz é melhor do que o que eu faço.
Eu sempre penso que não presto pra merda nenhuma. E com esse pensamento eu tento ficar pensando no quanto as pessoas são patéticas, pra ver se assim me sinto um pouco melhor, mas a verdade é que, além de não resolver, depois me sinto péssima por julgar as pessoas (mesmo que só as julgue dentro da minha cabeça. A pior das piores coisas é que, mesmo sabendo que isso é ridículo e ME torna patética, eu não consigo parar.
Acho que nasci pra uma vida de auto-exílio social. Eu nasci pra ficar sozinha. Eu me sinto bem sem ninguém me enchendo a porra do saco. Me sinto livre quando passo um dia calada, sem precisar me explicar, sem precisar dizer nada. Eu queria muito não ser assim, mas talvez essa seja eu. Talvez eu lute muito pra ser de outro jeito porque me fizeram acreditar que eu não era assim. Daí um dia eu vou acordar e perceber que passei a vida inteira tentando ser algo que me convenceram que eu era. E a pessoa verdadeira era calada, quieta e sozinha. E feliz, muito feliz assim. Feliz antes que decidissem que isso não era uma vida pra se levar.
É confuso. E eu odeio pensar nessas coisas.
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