"Iaia, se eu peco é na vontade
de ter um amor de verdade
e, pois é, que assim um dia eu me atirei
e fui te encontrar,
pra ver, que eu me enganei..."
o resultado do teste deu que eu sou "retrato pra iaiá".
numa moldura clara e simples, sou aquilo que se vê..Meu maior pecado foi procurar um amor de verdade!
rsrs
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Resgatei meu caderno de desabafos, textos e desenhos aleatórios, e fiquei muito feliz, pois tinha esquecido da existência dele e tal..
Tem coisas interessantes lá, meu estado de espiríto e humor em alguns dias do ano que eu tinha até esquecido. É bom as vezes poder se re-ler, poder ver o que mudou.
Enfim, hoje também fiz um desenho, e ficou legal demais.Eu gosto de desenhar, e é uma pena isso não servir pra nada =/
bem, fico por aqui. Era só pra registrar mesmo.
blah
Tem coisas interessantes lá, meu estado de espiríto e humor em alguns dias do ano que eu tinha até esquecido. É bom as vezes poder se re-ler, poder ver o que mudou.
Enfim, hoje também fiz um desenho, e ficou legal demais.Eu gosto de desenhar, e é uma pena isso não servir pra nada =/
bem, fico por aqui. Era só pra registrar mesmo.
blah
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
os zóim
['-']
[.-.]
[b-d]
[o.o]
[y-y]
[8.8]
[@.@]
[.v.]
eu hein.
[.-.]
[b-d]
[o.o]
[y-y]
[8.8]
[@.@]
[.v.]
eu hein.
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quarto de bonecas (hora de surtar crianças.)
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Não somos.
Somos o tempo que passou, somos as horas, os dias. Somos a cinza dos cigarros nos cinzeiros espalhados por aí, que voam ao menor soprar. Somos os livros nas estantes, os mais antigos, os cheios de traças. Somos a destruição, o passar, o pesar, o penar. Somos a cólera, a doença, o fim. Somos a junção do bem e do mal, do certo e do errado. A junção do que presta, no momento exato em que estraga. Somos a hora em que o leite azeda, em que a comida vai pro lixo. Somos perecíveis, e vivemos no lixo.
Somos o início, o fim.
Somos os renegados, os excluídos.
Somos apenas aqueles que não foram.
*texto livremente inspirado nos jovens do submundo das décadas passadas*
Somos o início, o fim.
Somos os renegados, os excluídos.
Somos apenas aqueles que não foram.
*texto livremente inspirado nos jovens do submundo das décadas passadas*
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quarto de bonecas (hora de surtar crianças.)
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Muita gente bonita, muita gente inteligente..rs..
Pare pra pensar em quantas pessoas legais existem no mundo. Gente bacana, gente bonita, gente inteligente. Muita gente assim por aí.
O conceito de "gente bacana" é muito relativo, mas vamos fazer o seguinte: Pense nos lugares que você mais gosta (lugares fora da sua casa, óbvio!). Agora pense em quantas pessoas você já viu passar por lá e não conhece, em quantas pessoas moram por lá e você não conhece. Agora pare e veja o quanto você é anti-social. Então pare e raciocine o seguinte: Se você as vê sempre por lá, e você também está sempre por lá, vocês tem algo em comum. Se vocês tem algo em comum, porque não interagir e conhecer a pessoa?
Blah. Começo a pensar sériamente em dar uma chance a mim e as pessoas, e conhecê-las, só pra variar. Esse lance de se resumir no mundo não vai me levar a lugar nenhum.
O conceito de "gente bacana" é muito relativo, mas vamos fazer o seguinte: Pense nos lugares que você mais gosta (lugares fora da sua casa, óbvio!). Agora pense em quantas pessoas você já viu passar por lá e não conhece, em quantas pessoas moram por lá e você não conhece. Agora pare e veja o quanto você é anti-social. Então pare e raciocine o seguinte: Se você as vê sempre por lá, e você também está sempre por lá, vocês tem algo em comum. Se vocês tem algo em comum, porque não interagir e conhecer a pessoa?
Blah. Começo a pensar sériamente em dar uma chance a mim e as pessoas, e conhecê-las, só pra variar. Esse lance de se resumir no mundo não vai me levar a lugar nenhum.
Hoje
Hoje vou variar.
Não vou pedir, nem reclamar.
Hoje eu vou fazer, acontecer, esperar, dizer.
Hoje, só por hoje, vou esquecer do que atormenta,
vou esquecer de quem lamenta,
vou progredir, vou viver.
Hoje não vou falar de amor,
Não vou falar do que foi, nem do que vai.
Não vou agradecer, desmerecer, subjulgar.
Não vou querer o que não posso,
e lutar pelo que posso alcançar.
Hoje, só por hoje. Vou parar e pensar. Vou apenas pensar, me colocar no lugar, me recolocar. Hoje, e somente agora, eu sei.
e só eu sei.
Não vou pedir, nem reclamar.
Hoje eu vou fazer, acontecer, esperar, dizer.
Hoje, só por hoje, vou esquecer do que atormenta,
vou esquecer de quem lamenta,
vou progredir, vou viver.
Hoje não vou falar de amor,
Não vou falar do que foi, nem do que vai.
Não vou agradecer, desmerecer, subjulgar.
Não vou querer o que não posso,
e lutar pelo que posso alcançar.
Hoje, só por hoje. Vou parar e pensar. Vou apenas pensar, me colocar no lugar, me recolocar. Hoje, e somente agora, eu sei.
e só eu sei.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2007
o chão do downtown na chuva..
Fui lá ainda a pouco, e reparei algo que tinha esquecido:
o chão de cimento liso, na chuva, reflete as árvores. É tão lindo que acabei passando alguns momentos na chuva, olhando, pensando na vida.
Como é bom poder andar sozinha e raciocinar, pra variar.
o chão de cimento liso, na chuva, reflete as árvores. É tão lindo que acabei passando alguns momentos na chuva, olhando, pensando na vida.
Como é bom poder andar sozinha e raciocinar, pra variar.
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